Bombeiros da Agualva-Cacém nos trinta anos do incêndio do Chiado

Há 30 anos, Lisboa acordou com a zona do Chiado em chamas naquele que foi o maior incêndio de que há memória no século XX português

Comandante do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa (RSB), Tenente-Coronel Pedro Patrício, que enalteceu o trabalho desenvolvido pelos bombeiros profissionais e voluntários no combate ao incêndio do Chiado | Foto: Bombeiros Voluntários de Agualva-Cacém

O Dia Municipal do Bombeiro de Lisboa foi assinalado na Rua do Carmo, local onde há trinta anos deflagrou o maior incêndio da cidade no último século, em 25 de agosto de 1988. A cerimónia assinalou ainda o dia 5 de setembro, data em que foi declarado extinto.

Os Bombeiros Voluntários de Agualva-Cacém, através de membros da Direcção e do Comando, fizeram-se representar na ocasião, através do seu Presidente, Luís Miguel Baptista o Vice-Presidente, Ângelo Sousa e o 2.º Comandante, Vítor Eusébio.

Momento da mensagem proferida pelo Comandante do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa (RSB), Tenente-Coronel Pedro Patrício, que enalteceu o trabalho desenvolvido pelos bombeiros profissionais e voluntários no combate ao incêndio do Chiado, declarado extinto a 5 de setembro [ontem] de 1988.

Recorde-se, há 30 anos, estiveram no local mais de 1500 operacionais, de 60 corpos de bombeiros, e 150 veículos de socorro. A capital acordou com a zona do Chiado em chamas naquele que foi o maior incêndio de que há memória no século XX português.

Entre o alerta e a extinção decorreram aproximadamente 12 horas. Foram registadas 75 vítimas, duas das quais mortais, exactamente, um civil e um bombeiro do Regimento de Sapadores Bombeiros.