Gouveia e Melo diz que poder local foi “essencial” na ajuda ao SNS

Vice-almirante Gouveia e Melo, coordenador da ‘task force’, visita polo de vacinação em Ouressa (Mem Martins) | Imagem: RTP

O coordenador do plano de vacinação contra a covid-19 disse hoje, na cidade da Guarda, que o poder local “foi essencial” na ajuda ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O vice-almirante Henrique Gouveia e Melo recebeu hoje a Medalha de Excelência e Dedicação do Município da Guarda, “pelo serviço exemplar que tem prestado à nação”.

A distinção foi entregue pelo presidente da Câmara Municipal da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, no decorrer de uma visita ao centro de vacinação local, instalado na Pavilhão Municipal de São Miguel, realizada a convite do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde.

Segundo a autarquia da Guarda, a atribuição da Medalha de Excelência e Dedicação do Município a Henrique Gouveia e Melo “tem por objetivo distinguir o coordenador do plano de vacinação contra a covid-19, pelo serviço exemplar que tem prestado à nação, conjuntamente com médicos, enfermeiros, auxiliares e administrativos”.

“O vice-almirante Gouveia e Melo tem sido incansável, na dinâmica avassaladora no combate à pandemia, demonstrando também uma irrepreensível resiliência no combate contra a covid-19 bem como na prossecução da imunidade da população portuguesa”, acrescenta.

O coordenador nacional da ‘task force’ do plano de vacinação contra a covid-19, disse que recebia a medalha “em nome de todos [os] que pertenceram” à “enorme equipa” responsável pelo processo de vacinação, um total de “4.700 pessoas” que trabalham “dia após dia, sem intervalos, sem fins de semana, sem férias”. “Tenho uma dívida de gratidão e acho que todos os portugueses têm uma dívida de gratidão ao poder local. (…) [Em] todos os sítios por onde passei, esse poder local foi essencial na ajuda ao SNS, foi essencial para ajudar o Ministério da Saúde a cumprir esta missão”.

Gouveia e Melo também realçou o papel “extraordinário” desempenhado pelo Ministério da Saúde e por “todos os portugueses que, de uma forma ordeira, se apresentaram ao processo de vacinação”.

“Nós já vacinámos mais de 80% da nossa população[72% dos quais já tem a vacinação completa], quando outros países mais ricos, com mais capacidades não o conseguiram fazer”, apontou.

Fotografia: Centro Vacinação Ouressa / arquivo