Comandante de posto e guarda da Ericeira sob suspeita de peculato

A Associação Nacional de Sargentos da GNR (ANSG) repudiou "toda e qualquer atividade ilícita, em especial a que é praticada no exercício de funções".

Edifício do posto territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) na Ericeira | Foto: CMM

O comandante e um guarda do posto territorial da Ericeira da GNR, em Mafra, foram transferidos para outros locais do comando de Lisboa, por estarem a ser investigados num inquérito-crime por peculato, avança o Jornal Correio da Manhã (CM), adiantando que “há um terceiro militar a ser investigado no mesmo processo.

Segundo o jornal, os factos em causa terão chegado ao conhecimento do Ministério Público há cerca de dois anos e a queixa denunciava que “os três militares realizavam serviços gratificados, pagos por outras empresas, durante os respetivos horários de trabalho.” 

“A denúncia revela a existência de crimes de peculato”, refere o CM, e que segundo o que fonte oficial da Procuradoria-Geral da República disse à Lusa, está agora em investigação num inquérito-crime que, para já, não tem arguidos constituídos. 

A Associação Nacional de Sargentos da GNR (ANSG) repudiou ao CM “toda e qualquer atividade ilícita, em especial a que é praticada no exercício de funções”.