Ministério da Saúde confirma fechos rotativos das urgências e garante que todas as grávidas terão resposta

"As medidas de gestão de recursos que estão em estudo pela ARSLVT não preveem o encerramento de qualquer maternidade por nenhum período temporal”, esclarece o Ministério da Saúde.

Hospital Fernando da Fonseca - "Amadora Sintra" como também é designado

Em comunicado o Ministério da Saúde disse esta quinta-feira que “as medidas de gestão de recursos” em estudo pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) “não preveem o encerramento de qualquer maternidade por nenhum período temporal”.

“O Ministério da Saúde está a acompanhar o trabalho preparatório que envolve a ARSLVT, o INEM e alguns hospitais da região de Lisboa. As medidas de gestão de recursos que estão em estudo pela ARSLVT não preveem o encerramento de qualquer maternidade por nenhum período temporal”, afirma o Ministério da Saúde numa resposta escrita, à agência Lusa.

O Ministério da Saúde “assegura” ainda que “as utentes terão garantidas todas as respostas de que necessitam, cabendo à ARSLVT informar com a devida antecedência a população sobre as medidas que venham a ser decididas”.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse hoje esperar que o eventual fecho rotativo de urgências de obstetrícia em Lisboa seja “devidamente esclarecido e explicado”, para “serenar os espíritos das pessoas”.