Cozinheira de cadeia em Sintra “barrada” com droga e telefones

Mulher foi apanhada ao passar pelo detetor de metais, na portaria da prisão do Linhó

Estabelecimento Prisional do Linhó (Sintra) Foto: Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional - arquivo

Uma auxiliar de cozinha de uma empresa que fornece alimentação a algumas prisões foi apanhada, esta segunda-feira, a tentar introduzir na cadeia do Linhó, no Concelho de Sintra, três telemóveis, três carregadores, três cartões SIM, cabos USB e cerca 99 gramas de uma substância que se suspeita ser estupefaciente.

Segundo o Correio da Manhã (CM) que avança com a notícia, a funcionária, ao passar pelo detetor de metais, na portaria da prisão, “o aparelho deu sinal” e a mulher “acabou por abrir o casaco e revelar o material preso ao corpo, debaixo da roupa, com fita-cola”, conta o CM.

A GNR de Alcabideche foi chamada à cadeia e a funcionária foi entregue à patrulha.

Confrontado pelo CM, a Direção-Geral dos Serviços Prisionais confirma que “foi apreendido, a uma funcionária da empresa que fornece as refeições ao Estabelecimento Prisional do Linhó, um produto que se presume ser estupefaciente, bem como telemóveis e respetivos acessórios”.