A falta de recursos humanos na Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) está a levar ao encerramento temporário de repartições de Finanças em vários pontos do país.
O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) tem vindo a alertar para a necessidade urgente de um plano estruturado que evite o encerramento definitivo de mais serviços, apontando a carência de pessoal como a principal causa do problema.
Segundo apurou o Sintra Notícias e o Correio de Sintra, e embora ainda sem confirmação oficial, está em estudo o encerramento de duas das quatro repartições de Finanças atualmente existentes no concelho de Sintra: Sintra, Tapada das Mercês, Queluz e Cacém (Loja do Cidadão).
A repartição do Cacém deverá manter-se em funcionamento através da Loja do Cidadão, prevendo-se a transferência de funcionários para a unidade da Tapada das Mercês. Para já, as repartições de Sintra e Queluz continuam a operar normalmente, mas poderão ser encerradas numa fase posterior, no âmbito de uma reestruturação em curso.
A situação não é exclusiva de Sintra. Nos concelhos vizinhos, o cenário repete-se. Em Oeiras, as repartições de Algés e Oeiras 1 já encerraram, concentrando-se todo o atendimento em Paço de Arcos. Em Cascais, está previsto o fecho da repartição de Carcavelos, mantendo-se apenas a de Cascais.
Na Amadora, das três repartições existentes, apenas uma continuará a funcionar. A unidade da Venda Nova (Amadora 2) já fechou, e a repartição da Reboleira mantém-se, por agora, como posto de atendimento, embora também esteja previsto o seu encerramento.
Fotografia: SN arquivo



