A ministra da Saúde afirmou, esta terça-feira, que o Governo vai apresentar nos próximos dias uma solução para o Hospital Amadora-Sintra, apontando para “a enorme fragilidade” do serviço de cirurgia, após a saída de 13 cirurgiões.

“O problema que nós estamos a viver concretamente tem a ver com a enorme fragilidade do serviço de cirurgia. Esse problema ficará (…) solucionado nos próximos dias”, disse Ana Paula Martins.

A governante comentava a situação no Amadora-Sintra após ter visitado uma exposição de fotografias – patente até 05 de abril – sobre o processo da cura, no âmbito dos 45 anos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), no Hospital Júlio de Matos, em Lisboa.

“O Amadora-Sintra tem muitas outras dificuldades, que tem enfrentado com os seus profissionais de uma forma absolutamente notável, porque aquele hospital, como também sabem, foi construído para servir 250/300 mil habitantes, e neste momento tem quase 600 mil na sua área de influência. É preciso ter muita capacidade, muita coragem, muita resiliência e muito espírito de missão para continuar, apesar de tudo, a ser um dos melhores hospitais do país”, salientou.

Questionada sobre o novo conselho de administração da unidade hospitalar, Ana Paula Martins não quis comentar.