Parque de jogos do Casal de São José, em Mem Martins | Foto: Sintra Notícias

Patrícia Pereira, presidente do Arsenal 72, em Mem Martins foi “violentamente agredida” no passado domingo, por grupo de jovens, que “invadiu” o recinto do clube, “destruindo deliberadamente” o espaço envolvente, provocando “não apenas danos materiais, mas pondo em risco a integridade física das pessoas”, denuncia a Direção do clube, nas redes sociais.

“Parece mentira, mas infelizmente aconteceu, ao deslocar-se no dia 7 de julho de 2024 às instalações do Arsenal 72, a nossa Presidente deparou-se com cerca de 30 jovens que se encontravam no recinto de forma ilícita. Ao tentar alertá-los sobre a ilegalidade das suas ações, foi violentamente agredida na cabeça com uma pedra, por duas vezes, por um dos indivíduos presentes“, pode-se ler-se.

Segundo o comunicado, “a invasão das nossas instalações tem sido cada vez mais frequente”, denuncia o clube, acrescentando que “estes intrusos não se limitam a utilizar o espaço, mas sim a destruí-lo deliberadamente. Todos os anos temos de substituir as redes das balizas, pois são cortadas maliciosamente. As vedações são derrubadas logo no dia seguinte à sua reparação. As balizas são constantemente danificadas“.

Segundo a Direção do Arsenal 72, “não estamos apenas a falar de danos materiais, mas também da integridade física das pessoas, que foi colocada em risco“, no caso, Patrícia Pereira, presidente do Clube.

Já foi apresentada queixa à PSP com o relato deste caso, gratuito e sem explicação e que não é único. “Até quando?“, questiona o Clube que pede ajuda “a todas as entidades competentes” para por fim a estes “episódios de invasão e vandalismo”, que “não se resume apenas ao gasto contínuo em reparações, mas à integridade física das pessoas envolvidas, que pode estar seriamente em risco”, pode ler-se.

“Temos reportado repetidamente os episódios de invasão e vandalismo, mas as ações têm sido insuficientes”, lamenta a Direção do Arsenal 72, que já apresentou queixa à PSP e que apela agora “a todas as entidades competentes que nos ajudem de uma vez por todas, antes que o desfecho acabe por ser outro”.

[Notícia em atualização]

Comunicado: