Teolinda Gersão é a convidada da Alagamares para tertúlia

A iniciativa da Alagamares insere-se nas comemorações dos 80 anos de Teolinda Gersão e 40 anos de vida literária e vai decorrer na Casa do Teatro em Sintra, com entrada livre.

A escritora Teolentina Gersão é a convidada da Alagamares, em mais um Ciclo de Encontros com Escritores

A escritora Teolinda Gersão é próxima convidada da Alagamares, associação-cultural que inicia mais um Ciclo de Encontros com Escritores, na Casa de Teatro de Sintra, em parceria com o Chão de Oliva, dia 21 de Fevereiro, sexta-feira, pelas 18h30, com entrada livre.

A iniciativa insere-se nas comemorações dos 80 anos de Teolinda Gersão e 40 anos de vida literária. Este ano, Teolinda Gersão celebrará o seu 80.º aniversário e, em 2021, 40 anos de escrita literária.

Teolinda Gersão nasceu em Coimbra, estudou Germanítica, Romanística e Anglística nas Universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi Leitora de Português na Universidade Técnica de Berlim, assistente na Faculdade de Letras de Lisboa e, depois, professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. 

Os escritores e críticos literários, Annabela Rita e Miguel Real, vão falar sobre a obra da escritora, Teolinda Gersão

A partir de 1995, passou a dedicar-se exclusivamente à escrita literária. Viveu três anos na Alemanha, dois anos em São Paulo, Brasil, e conheceu Moçambique, onde se passa o romance A árvore das palavras (1997). Foi escritora-residente na Universidade de Berkeley em 2004. É autora de vários livros de ficção, traduzidos em 11 línguas.

Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios: por duas vezes o Prémio de Ficção do PEN Clube (O silêncio, 1981, e O cavalo de sol, 1989), o Grande Prémio de Romance e Novela da APE (A casa da cabeça de cavalo, 1995), o Prémio Fernando Namora (Os teclados, 1999), o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco (Histórias de ver e andar, 2002), o Prémio Máxima de Literatura (A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, 2008), o Prémio da Fundação Inês de Castro (2008), o Prémio Ciranda e o Prémio da Fundação António Quadros (A Cidade de Ulisses, 2011), o Prémio Fernando Namora (Passagens, 2014) e o Prémio Literário Vergílio Ferreira 2017 pelo conjunto da sua obra. Alguns dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia.