Corredor verde entre Oeiras, Sintra e Amadora está em marcha

O eixo pedonal e ciclável de 15 quilómetros vai ligar os três concelhos

Ponte Verde do projeto Eixo Verde e Azul

Arrancaram as obras para a construção do corredor verde entre Oeiras, Sintra e Amadora. O eixo pedonal e ciclável de 15 quilómetros vai ligar os três concelhos. Parte das empreitadas vão avançar até ao final do ano, e dão pretexto aos autarcas para tirarem da gaveta obras complementares de reabilitação de espaços verdes, escreve o jornal Público.

A renaturalização das margens do rio Jamor é um projecto a quatro mãos. As autarquias de Oeiras, Sintra e a Amadora e a Parques de Sintra-Monte da Lua estão na fase final dos projectos para a construção do eixo ecológico que vai ligar os três concelhos. O projecto intermunicipal, que os promotores chamaram Eixo Verde e Azul, foi apresentado em Julho de 2016. Dez meses depois, os projectos estão em cima da mesa.

A criação do eixo ecológico pressupõe a requalificação de 50 hectares e criação de 100 hectares de “novos” espaços verdes ao longo da ribeira de Carenque e do rio Jamor, desde a nascente na Serra da Carregueira, atravessando Belas e Queluz, até à foz em Caxias. A reabilitação da área circundante ao Palácio Nacional de Queluz, assente na mesma lógica de criação de percursos pedonais e cicláveis, é outra das metas.

No total, vão ser investidos 11,3 milhões de euros. O maior montante (8 milhões) pela Câmara de Sintra, explicou ao Público a autarquia. Em Oeiras, onde vão ser intervencionados 7,4 quilómetros, a autarquia vai alocar 3,1 milhões de euros ao projecto – dos quais 670 mil euros provêem de fundos comunitários.

O corredor verde de Queluz

Às portas do Palácio Nacional de Queluz o estacionamento não tem regras e o pavimento é irregular. A estrada atravessa o terreiro uns metros mais à frente. “Esta é uma desorganização que vai desaparecer”, explicou ao Público João Sousa Rego, responsável pelo projecto na Parques de Sintra, numa visita ao local. O estacionamento vai ser organizado junto à pousada e grande parte do terreiro entre o palácio e o Regimento de Artilharia vai ser pedonal.

Notícia completa no Jornal Público