A coligação PSD/CDS-PP em Sintra realizou esta noite o seu segundo jantar de campanha, desta vez para apresentar Ribeiro e Castro como candidato à Assembleia Municipal.

Uma das novidades desta noite é a inclusão do Partido Popular Monárquico (PPM) e do Movimento Partido da Terra (MPT) na coligação de direita, repetindo assim a mesma composição partidária que deu a vitória a Fernando Seara em 2009.

Marco Almeida começou por recordar aos seus apoiantes que “aqueles que me conhecem, e nesta sala sei que são bastantes, sabem que eu sou sempre um homem reconhecido”. O autarca destacou também o papel que o “pessoal mais novo” tem desempenhado durante este período, ao qual fez questão de voltar a lembrar que é sempre um homem “grato e reconhecido”.

O ex-vice presidente da Câmara Municipal de Sintra afirmou acreditar “na vitória no dia 1 de outubro”. O autarca está convencido que vai alcançar esse resultado porque “somos mais do que aqueles que éramos no passado”. Marco Almeida deixou críticas a quem “lidera o concelho”, porque, segundo o candidato, “passam a vida na intriga, procurando fazer intriga entre nós”.

Marco Almeida defende que é necessário ter uma autarquia onde todos participem considerando que, “a democracia deve imperar nos destinos da Câmara Municipal”. O autarca voltou a lançar críticas à gestão camarária no que diz respeito à mobilidade considerando que “nada foi feito e o nosso concelho está estagnado”.

Durante a sua intervenção, disponível em vídeo nas redes sociais, o candidato fez questão de homenagear António Capucho, que teve de abdicar da candidatura à Assembleia Municipal para garantir o entendimento da coligação do PSD e CDS-PP em Sintra. Já sobre o candidato Ribeiro e Castro, militante do CDS-PP, fez questão de lembrar que “já esteve connosco em 2001”, numa referência à candidatura autárquica nesse ano onde PSD e CDS-PP apresentaram Fernando Seara e Ribeiro e Castro.

“Estamos a olhar para o futuro, o Ribeiro e Castro será um grande presidente da Assembleia Municipal”, sublinhou Marco Almeida, defendendo que o histórico do CDS-PP é um homem de consensos que defende a diversidade do concelho de Sintra.

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